
Quando o verão se aproxima, algumas buscas começam a aparecer com muito mais frequência: como deixar o bumbum mais firme? O que fazer para melhorar a celulite? Existe tratamento para flacidez no bumbum? E dá para melhorar o contorno sem cirurgia?
Só que existe um detalhe importante nessa conversa: dezembro não precisa ser o ponto de partida.
Quando falamos de pele, colágeno, firmeza e contorno corporal, boa parte das mudanças acontece de forma progressiva. Por isso, quem quer chegar ao verão percebendo a região glútea diferente faz mais sentido começar o planejamento antes.
Academia resolve tudo no bumbum?
Treino de força é essencial para desenvolver a musculatura dos glúteos. Mas músculo e pele são tecidos diferentes.
Você pode treinar regularmente e ainda perceber celulite, pele mais frouxa, irregularidades ou um contorno que não acompanha exatamente o desenvolvimento muscular.
Também acontece muito depois de um emagrecimento importante. O corpo muda, as medidas diminuem, mas a pele pode não acompanhar essa transformação da mesma forma.
É justamente por isso que tratar o bumbum não significa simplesmente buscar mais volume.
O que deixa o bumbum com aparência mais bonita?
Na prática, nosso olhar percebe um conjunto.
A projeção conta. O desenho lateral conta. A firmeza da pele conta. A transição entre glúteo e coxa conta. A presença de celulite, depressões e irregularidades também muda bastante a percepção do formato.
Por isso, duas pessoas com o mesmo volume de glúteo podem ter aparências completamente diferentes.
Na dermatologia estética, a tendência é justamente sair da lógica de “aumentar o bumbum” e avaliar o que aquela região realmente precisa.
Há casos em que o principal ponto é qualidade de pele. Em outros, falta sustentação. Algumas pacientes querem melhorar determinadas depressões ou o contorno. E existem situações em que mais de um desses pontos aparece ao mesmo tempo.
Então, quando começar a cuidar do bumbum para o verão?
Se o tratamento envolve estímulo de colágeno, antecipação é uma palavra importante.
O colágeno não aparece de um dia para o outro. O organismo precisa de tempo para responder ao estímulo e remodelar o tecido. Estudos clínicos sobre bioestimulação na região glútea já demonstraram melhora progressiva da flacidez, da textura da pele e da aparência da celulite ao longo dos meses.
Isso explica por que deixar tudo para a semana anterior à viagem ou para dezembro pode limitar bastante as possibilidades.
O planejamento começa entendendo o que incomoda e quanto tempo temos pela frente.
É aqui que entra o Bumbum Sculpt®
No GTC, em Moema, São Paulo, o Bumbum Sculpt® parte exatamente dessa leitura individual da região glútea.
Em vez de olhar apenas para tamanho, a consulta médica considera contorno, firmeza, qualidade da pele, celulite, depressões e proporção corporal.
A partir disso, pode ser indicado um planejamento que envolva bioestimulação de colágeno e outros recursos para a região, sempre de acordo com a anatomia e com o objetivo de cada paciente.
E talvez esse seja o principal ponto para lembrar com a chegada do verão: o melhor tratamento para o bumbum não é necessariamente o que acrescenta mais.
É o que entende o que está faltando.
Se você quer cuidar da região glútea para o verão, a consulta médica é o primeiro passo para entender quais possibilidades fazem sentido para o seu corpo e qual é o melhor momento para começar.
Aviso Médico e Legal
Publicação para divulgação de conteúdo médico, com caráter exclusivo para educação e informação, conforme art. 75, cap IX do Código de Ética Médica; despacho CFM 143/2019 e expediente Depro-SBCP 047/2019.
- Antes de qualquer procedimento, é fundamental a avaliação pela médica.
- Cada pessoa é única: este conteúdo não é uma promessa ou garantia de resultados. Os procedimentos são personalizados para cada paciente.
- As variáveis para o resultado final incluem o procedimento em si, mas também as características físicas, peso, qualidade de pele, alimentação adequada, entre outros fatores da vida pessoal de cada paciente.
- Todo e qualquer procedimento médico possui riscos. Informar-se com sua médica de confiança é fundamental.
- Imagens autorizadas pela paciente.
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